Prefeitura de Sorocaba vai oferecer formação artística afro-brasileira no CEU das Artes

14 de setembro de 2018

Prefeitura de Sorocaba vai oferecer formação artística afro-brasileira no CEU das Artes

A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Secultur), vai oferecer gratuitamente formação artística afro-brasileira no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes) “Prof. Flávio Vespasiano Di Giorgi”, localizado no Parque das Laranjeiras. Instituições interessadas em promover oficinas na unidade deverão se inscrever a partir de segunda-feira (17) exclusivamente pelo e-mail secultur@sorocaba.sp.gov.br. O prazo se encerrará no dia 26 de setembro.

De acordo com a Secretaria de Cultura e Turismo, as aulas estão previstas para ter início em novembro deste ano. O objetivo é promover a cultura afro-brasileira na cidade de uma forma gratuita, contribuindo para a valorização da identidade negra e revelando talentos.

As propostas das empresas deverão incluir: oficinas de canto com repertório de cantigas de Afoxés do Sudeste e Nordeste do Brasil; oficina de dança com referências aos Orixás; oficina de percussão voltada para instrumentos tocados no Afoxé, como o agogô, atabaque, xequerê; e oficina de formação sócio educacional da cultura afro-brasileira, com referências históricas e contemporâneas.

A instituição vai gerenciar e executar atividades de formação num total de 192 horas de oficinas, divididas em 48 encontros com 4 horas de duração. O contrato terá o valor total de R$ 30 mil e vigência de 12 meses. A verba do projeto é oriunda de emenda do vereador Renan Santos.

A seleção dos inscritos será realizada por uma comissão designada pela Secretaria de Cultura e Turismo, que avaliará e classificará as propostas de acordo com as informações apresentadas pelos proponentes e considerando os seguintes quesitos: avaliação do portfólio da empresa, dos artistas envolvidos e das propostas enviadas.

Para participar, a inscrição deverá ser feita em nome de pessoa jurídica e a instituição deverá ter no mínimo um ano de atuação, comprovada por meio de portfólio, e ter sede em Sorocaba. Além disso, os oficineiros participantes deverão ter histórico comprovado em ações culturais de cunho afro-brasileiro.


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